Cirurgia plastica, lipoaspiração, prótese de silicone, rinoplastia, abdominoplastia em Belo Horizonte

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Toxina Botulínica para tratamento da Hiperhidrose

maio 10th, 2010

A Toxina Botulínica (ou Botox), que possui diferentes indicações, que vão além da correção de rugas na testa e de linhas de expressão, ganhou outros usos na área estética.

É o caso do tratamento da hiperhidrose (excesso de suor) nas axilas, nas palmas das mãos e plantas dos pés.

A hiperhidrose é uma condição caracterizada pelo excesso de transpiração, causado pela hiperatividade das glândulas sudoríparas, principalmente nas axilas, mãos, face e pés.

A aplicação de toxina botulínica, por se tratar de um método minimamente invasivo, sem risco cirúrgico, com resultados rápidos e efetivos, pode ser usada com sucesso principalmente nas pessoas que tem hiperhidrose axilar e eventualmente na hiperhidrose palmar.

O tratamento da hiperhidrose com a toxina botulínica inicia-se com a aplicação de um creme anestésico na área a ser tratada, assepsia do local e aplicação do produto ponto a ponto, com distância de 1 a 2 cm entre eles. A região permanece tratada, em média, de seis a nove meses.

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Dismorfofobia ou síndrome de Quasimodo

abril 29th, 2010

O Transtorno Dismórfico Corporal (TDC) é um transtorno mental que se caracteriza por afetar a percepção que o paciente tem da própria imagem corporal, levando-o a ter preocupações irracionais sobre defeitos em alguma parte de seu corpo.

 

O TDC (também conhecido como Complexo de Quasimodo graças ao personagem principal do clássico “O Corcunda de Notredame”), pode tornar a pessoa obcecada por cirurgias plásticas.

Os primeiros sinais do problema surgem na adolescência e apresenta alguns sinais típicos: depressão, o uso excessivo de maquiagens e insatisfações exageradas com a aparência. O passo pode ser o de partir para as cirurgias plásticas, mas sem nunca estar feliz com os resultados.

Nos casos do transtorno, operar não resolve. O paciente passa por um grande desconforto e o médico também, pois, se realizar a cirurgia, vai sofrer com a insatisfação do paciente. E a insatisfação exacerbada é um sinal de que o médico não deve operar.

O paciente pode mudar o que não gosta, mas para que a queixa não seja superdimensionada, precisa de acompanhamento psicológico. Cabe ao médico conhecer o problema e não operar casos assim.

A dismorfofobia vem muito associada a outras doenças mais reconhecidas, como bulimia, anorexia, depressão.

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Prótese de mama não tem relação com câncer de mama

abril 26th, 2010

Prótese de mamaHá mais de 30 anos, a prótese de silicone é uma técnica utilizada para aumentar ou reconstruir as mamas em todo o mundo, mas, periodicamente, a discussão relativa à colocação dessas próteses e o câncer vem à tona.

As próteses de gel coeso de silicone, utilizadas atualmente, não têm relação com câncer mamário e não causam nenhum tipo de reação prejudicial à saúde. Elas também não impossibilitam a detecção de tumores mamários e realização de exames como mamografia, ultrassom, etc.

Ao contrário, estudos americanos comprovam que as mulheres que possuem implantes mamários “se palpam” e, portanto, realizam auto exame mamário com 10 vezes mais freqüência que as mulheres que não têm prótese. Assim, elas são capazes de detectar um tumor muito mais precocemente, e como o prognóstico do câncer de mamas está diretamente relacionado com a precocidade de sua detecção, essas pacientes tem melhor prognóstico no tratamento de um possível câncer mamário.

Outra preocupação diz respeito à influência das próteses nos exames preventivos para diagnóstico de tumores. Grandes estudos epidemiológicos mostraram que as mulheres com implantes não têm seus exames atrapalhados pela presença das próteses.

Também se sabe que o diagnóstico precoce e o prognóstico de cura do câncer de mama em pacientes com e sem próteses mamárias são os mesmos, provando que não há interferência nessa relação.

Importante é ressaltar que após a decisão de se submeter a uma cirurgia para implante de próteses mamárias, a mulher deve passar por uma avaliação pré-operatória rigorosa para diminuir os riscos de complicações depois da operação.

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Trombose e embolia em cirurgia plástica

abril 23rd, 2010

TromboseA trombose é a oclusão (bloqueio) de um vaso sanguíneo por coágulos. As veias transportam sangue pobre em oxigênio, de todo o corpo novamente para o coração. Todas as veias da metade inferior do corpo conduzem sangue à veia cava inferior, enquanto que as veias da metade superior conduzem sangue à veia cava superior. Estes dois troncos venosos descarregam na aurícula direita do coração. Daqui, o sangue é bombeado para o ventrículo direito e depois para o pulmão, através da artéria pulmonar. No pulmão, o sangue recebe oxigênio, regressando depois ao lado esquerdo coração (aurícula e ventrículo) pelas veias pulmonares, de onde é bombeado através da aorta para abastecer o corpo de oxigênio.

A oclusão de uma veia na perna provoca um acúmulo. O sangue continua a ser bombeado para a perna através da artéria, mas não pode refluir no sentido contrário através da veia.

Teoricamente, a trombose pode ocorrer em qualquer veia, por exemplo, no abdomen (trombose venosa mesentérica), no cérebro (trombose da veia sinusal), no braço, etc. Mas a localização mais comum é na perna ou na região pélvica, onde a pressão sanguínea é mais elevada.

Já a embolia acontece quando o trombo (coágulo) que está obstruindo a veia se solta e desloca através do sistema venoso para a veia cava inferior e, daqui, para o lado direito do coração e para o pulmão. No sistema pulmonar, o lúmen dos vasos sanguíneos torna-se menor, sendo que o trombo pode ficar alojado numa artéria pulmonar, bloqueando a corrente sanguínea e interrompendo a troca de oxigênio na área alimentada pela artéria pulmonar afetada.

Uma embolia pulmonar é, portanto, potencialmente perigosa e deve ser evitada. Quando ocorre uma embolia pulmonar, é feita uma busca da trombose que causou o problema.

Diversos são os fatores que podem causar uma coagulação do sangue nas veias: procedimentos cirúrgicos; repouso prolongado no leito ou inatividade, como no caso de permanência prolongada na posição sentada em viagens por carro ou avião; obesidade; história pregressa de tromboembolismo familiar ou do próprio paciente; acidente vascular cerebral; infarto do miocárdio; fratura do quadril ou da perna; pacientes que têm tendência ao aumento da coagulação do sangue, como ocorre em certos cânceres, com o uso de contraceptivos orais ou na deficiência hereditária de um inibidor da coagulação sangüínea; também na menopausa, devido à terapia de reposição hormonal.

O diagnóstico precoce da embolia arterial e a avaliação por um cirurgião vascular é de suma importância, pois o tempo de evolução do quadro até o início do tratamento é o fator mais importante para o sucesso do mesmo.

O mais importante é a prevenção. O uso de anticoagulantes injetáveis, uso de meias elástica anti-ebolia e o uso de massageador pneumático nas pernas deve ser rotina em cirurgias plásticas.

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